Diretores e coordenadores pedagógicos das turmas de 1º e 2º ano da rede municipal participaram, em 29 de setembro, do Seminário de Práticas da Educação (Sempre). O evento, organizado pelo Núcleo de Cooperação Pedagógica com Municípios e pelo Núcleo Regional de Educação, reuniu profissionais da região para trocar experiências sobre alfabetização.
Umuarama apresentou quatro iniciativas: três de gestão pedagógica e uma desenvolvida diretamente em sala de aula. Os projetos abrangem acompanhamento do ensino, parceria entre família e escola, inclusão de estudantes com autismo e integração entre disciplinas.
Projetos apresentados
A professora Michelle Cristina Rodrigues, da Escola Municipal Cândido Portinari, mostrou um trabalho com turmas de 2º e 3º ano que uniu Língua Portuguesa, Arte e História. O resultado foi o livro “Umuarama, a Cidade Amiga”, com desenhos e trabalhos dos estudantes sobre a história do município.
A coordenadora pedagógica Amanda Cristina Sousa de Oliveira Gonzaga apresentou o projeto “Acompanhamento pedagógico em sala de aula: observar, dialogar e transformar”, que enfatiza observar o que os professores fazem e conversar com eles para melhorar o trabalho.
Ana Paula da Silva Menegasso abordou “Família e escola como parceiras na formação de leitores”, mostrando como os pais ajudam a incentivar a leitura. Gizele Ribeiro dos Santos Barbosa discutiu o acompanhamento de estudantes com autismo, registrando como eles aprendem a ler e escrever.
Sobre a alfabetização
A alfabetização é o processo de ensinar crianças a ler e escrever. Nos primeiros anos do ensino fundamental, ela é a base para todas as outras aprendizagens. A maioria das redes de ensino trabalha para que os estudantes aprendam a ler e escrever até o final do 2º ano.
A inclusão de crianças com autismo na alfabetização exige observação atenta de como cada uma aprende, adaptação das práticas de ensino e registros que mostrem o progresso. O envolvimento das famílias também é importante: quando pais e responsáveis incentivam a leitura em casa, as crianças aprendem mais rápido.
De acordo com a secretária de Educação, Letícia Labiak Pereira, “compartilhar experiências é reconhecer o trabalho realizado em nossas escolas. A alfabetização exige planejamento, acompanhamento e compromisso coletivo de professores, gestores e servidores da Educação, para que todas as crianças aprendam a ler e escrever até o final do 2º ano do Fundamental”.
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