A Virada Cultural 2026 encerrou no domingo, 23 de agosto, com 30 mil pessoas passando pelos espaços da cidade durante os dois dias. No sábado, 22, foram 18 mil visitantes; no domingo, 12 mil compareceram às ações programadas.
O evento funcionou como ponto de encontro para moradores e visitantes de cidades vizinhas. Famílias, jovens, adultos e idosos aproveitaram shows, apresentações de artistas locais, atividades para crianças e espaços de lazer distribuídos pela cidade, com entrada gratuita para todas as atrações.
Palco para nomes conhecidos e artistas da região
A programação de encerramento no domingo trouxe A Banda Mais Bonita da Cidade e Kiko Zambianchi como destaques. Artistas locais e da região também ocuparam os palcos, ampliando a diversidade musical. O DJ Samu, do projeto Batidas das Ruas, apresentou hip-hop; Andrey Bocaritte, da Cia de Dança AMA Jazz, mostrou o trabalho intitulado ‘Ainda há cor’.
Uyara Torrente, vocalista de A Banda Mais Bonita da Cidade, destacou a conexão com o público maringaense. Kiko Zambianchi mencionou sua ligação com a cidade por ter composto o hino de um time local. Para os artistas que produzem em Maringá, o evento representou oportunidade de apresentar trabalhos para públicos diferentes e compartilhar espaço com nomes de alcance nacional.
Acessibilidade e inclusão na programação
A estrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência foi pensada desde o planejamento. Visitantes puderam acompanhar os shows com segurança e conforto em espaços específicos, reforçando o caráter inclusivo da Virada.
O secretário de Cultura, Tiago Valenciano, reforçou que o evento buscou atender públicos diversos: grandes artistas da música, atrações locais e atividades voltadas para crianças. Segundo ele, a participação expressiva confirma que existe interesse por acesso à cultura em Maringá.
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