HomeMaringáRegião Metropolitana de Maringá chega a 905 mil habitantes em 2026

Região Metropolitana de Maringá chega a 905 mil habitantes em 2026

A Região Metropolitana de Maringá (RMM) atingiu 905.130 habitantes em 1º de julho de 2026, segundo estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 28 de agosto. O crescimento foi de 0,93% em relação ao ano anterior, quando a população somava 896.763 pessoas.

Os dados abrangem os 26 municípios que formam a região: Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Paiçandu, Ângulo, Iguaraçu, Mandaguaçu, Floresta, Doutor Camargo, Itambé, Astorga, Ivatuba, Bom Sucesso, Jandaia do Sul, Cambira, Presidente Castelo Branco, Flórida, Santa Fé, Lobato, Munhoz de Mello, Floraí, Atalaia, São Jorge do Ivaí, Ourizona e Nova Esperança.

Maringá lidera e Sarandi cresce mais

Maringá permanece como o município mais populoso da região metropolitana, com 432.635 habitantes em 2026, um aumento de 0,69% frente aos 429.660 estimados em 2025. Sarandi aparece em segundo lugar, com 130.211 moradores, crescimento de 1,64% comparado ao ano anterior. Entre 2022 e 2026, Sarandi ganhou 11.756 moradores, passando de 118.455 para 130.211 pessoas.

Completam o ranking dos maiores municípios Paiçandu (49.694), Marialva (45.360), Mandaguari (38.564) e Mandaguaçu (35.253). No outro extremo, os menos populosos são Ivatuba (2.666), Flórida (2.718), Ourizona (3.181), Ângulo (3.380) e Atalaia (4.050).

Crescimento desigual entre os municípios

Nem todos os municípios cresceram entre 2025 e 2026. Floresta registrou o maior aumento percentual, com +2,42%, seguida por Mandaguaçu (+2,12%), Paiçandu (+2,05%), Sarandi (+1,64%), Iguaraçu (+1,48%), Marialva (+1,37%) e Cambira (+1,36%).

Cinco cidades tiveram redução populacional. Ivatuba liderou as perdas, com -0,71%, seguida por Presidente Castelo Branco (-0,63%), São Jorge do Ivaí (-0,41%), Ourizona (-0,38%), Floraí (-0,33%) e Nova Esperança (-0,01%).

Para que servem essas estimativas

As estimativas populacionais do IBGE são utilizadas como referência pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para calcular o Fundo de Participação de Estados e Municípios, que distribui recursos federais. Os dados também servem como base para indicadores sociais, econômicos e demográficos de cada localidade.

Essas projeções anuais ajudam administradores a planejar ações de saúde, educação, infraestrutura e serviços públicos conforme a dinâmica populacional de cada região. Cidades que crescem demandam mais investimentos, enquanto as que perdem moradores precisam repensar suas políticas.

Redação Tudo Acontece Aqui·Expediente·Correções

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