Curitiba avançou na implementação do Protocolo Brasil Sem Fome ao realizar uma oficina de pactuação do fluxo integrado de atendimento nesta quarta-feira (4 de novembro), no Mercado Municipal.
A iniciativa busca fortalecer a articulação entre as políticas públicas de Saúde, Assistência Social e Segurança Alimentar, estabelecendo caminhos integrados para identificar, atender e acompanhar famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.
O encontro reuniu representantes da Fundação de Ação Social, das secretarias municipais da Segurança Alimentar e Nutricional, da Saúde e do Desenvolvimento Humano, além de integrantes da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional e do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, além de representantes da sociedade civil.
Como funciona o fluxo
Os participantes discutiram e validaram o fluxo local de atendimento, que inclui portas de entrada para os serviços, pontos de direcionamento das famílias, instrumentos de comunicação entre as equipes e o mapeamento das ofertas públicas disponíveis.
Segundo Maria Rosi, coordenadora técnica da Secretaria Municipal da Segurança Alimentar e Nutricional e secretária da Câmara Intersetorial, “esse trabalho é fundamental para aproximar as políticas públicas e garantir que as famílias em situação de insegurança alimentar sejam identificadas e atendidas de forma integrada. Quando Saúde, Assistência Social e Segurança Alimentar atuam juntas, conseguimos fortalecer os encaminhamentos, ampliar o acesso aos serviços e oferecer respostas mais efetivas às necessidades da população”.
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