O descarte correto de resíduos não é apenas uma questão de limpeza urbana. Lixo jogado nas ruas, terrenos e córregos obstrui bueiros e galerias pluviais, aumentando o risco de alagamentos. O acúmulo também favorece a proliferação de insetos e roedores transmissores de doenças, além de contaminar o solo e os lençóis freáticos.
A solução começa em casa, separando cada tipo de material e levando ao destino correto. Quem está na rua e não encontra lixeira pode guardar papéis, garrafas e restos de alimentos para descartar depois. A Prefeitura mantém pontos de coleta espalhados pela cidade para sucatas eletrônicas, pilhas, baterias de celular, vidro, lâmpadas fluorescentes, óleo de fritura usado e medicamentos vencidos.
Como funciona a coleta
A coleta seletiva é feita porta a porta e atende 100% da cidade, incluindo os bairros residenciais da área urbana e os distritos de Floriano e Iguatemi. A Prefeitura também recolhe móveis velhos e equipamentos eletrônicos sob solicitação, através do telefone 156, do aplicativo Ouvidoria 156 Maringá ou do site da Prefeitura.
O que é reciclável
Papel: pode ser reciclado papelão, jornais, revistas, livros, cadernos e cartolinas. Não aceitam papel higiênico, lenços, guardanapos, fotografias nem papéis encerados ou plastificados.
Plástico: sacos, garrafas, canos, tubos e embalagens de limpeza são recicláveis. Ficam de fora plásticos da indústria eletrônica, embalagens laminadas de marmita, metalizadas de salgadinhos e isopor.
Vidro: garrafas de bebida, frascos e potes de alimentos podem ser reciclados. Espelhos, cristais, vidros de automóvel, lâmpadas e ampolas não entram.
Metal: latas de alumínio e embalagens de alimentos de folha-de-flandres são aceitas. Clips, grampos e esponjas de aço não são recicláveis.
Após separar, os materiais devem ser limpos. Basta passar água e remover o grosso dos resíduos, pois sujeira contamina o lote e impede a reciclagem.
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