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Medianeira cria protocolo para atendimento de pessoas com suspeita de autismo

A Secretaria Municipal de Saúde de Medianeira implantou um protocolo para organizar o atendimento de pessoas com suspeita ou diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) na rede municipal. O objetivo é qualificar o fluxo de encaminhamento e preparar os profissionais para identificar e conduzir os casos de forma adequada.

Na sexta-feira (11 de setembro), a secretaria realizou uma capacitação com médicos e enfermeiros que atuam na Atenção Primária à Saúde. O treinamento abordou o novo protocolo e orientou os profissionais sobre como proceder diante de suspeitas ou diagnósticos de TEA. A Associação Medianeirense de Atendimento Especializado, Reabilitação e Assistência à Criança e ao Adolescente (AMOA) participou do encontro, com a diretora Elenice Delazari Valério ministrando formação sobre os testes utilizados na avaliação diagnóstica do transtorno.

Importância da qualificação profissional

A secretária municipal de Saúde, Rosangela Fiametti Zanchett, ressaltou que o protocolo contribui para organizar o fluxo de atendimento e garante que os profissionais da Atenção Primária estejam preparados. “A implantação do protocolo é um passo importante para organizar o fluxo de atendimento e garantir que os profissionais da Atenção Primária estejam preparados para conduzir cada caso”, afirmou. A secretária destacou ainda a parceria com a AMOA, que acumula experiência de anos no atendimento especializado de pessoas com autismo.

O que é o Transtorno do Espectro do Autismo

O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, interação social e comportamento. O diagnóstico é realizado por profissionais especializados por meio de avaliação clínica e testes específicos. Quanto mais cedo identificado, mais cedo a pessoa pode receber apoio e intervenções adequadas para seu desenvolvimento e bem-estar.

A implantação de um protocolo padronizado na rede municipal permite que médicos e enfermeiros da Atenção Primária estejam preparados para reconhecer sinais de autismo em crianças e adolescentes, orientar as famílias e encaminhar os casos para avaliação especializada quando necessário. Esse procedimento organizado evita atrasos no diagnóstico e facilita o acesso a tratamentos e acompanhamento.

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