A Fundação Oswaldo Cruz divulgou os 42 trabalhos que se classificaram como Destaques Regionais da 13ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente e seguem direto para a etapa nacional. As comissões avaliadoras das sete regionais olímpicas escolheram os projetos, que agora disputam o prêmio nacional com cerimônia em 30 de novembro no Campus Manguinhos da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
A edição deste ano recebeu cerca de 1,5 mil inscrições de escolas públicas e privadas de todos os estados do Brasil. Participaram 9 mil alunos e aproximadamente 3 mil professores. Os estudantes puderam apresentar seus projetos em três categorias: Produção Audiovisual, Produção de Texto e Projeto de Ciências, escolhendo a forma que melhor expressava suas investigações sobre desafios ambientais, sociais e de saúde.
A avaliação dos trabalhos envolveu pesquisadores, professores, jornalistas, designers, cineastas e profissionais de outras áreas, trazendo diferentes perspectivas para a análise. Segundo Cristina Araripe, coordenadora nacional da olimpíada e coordenadora de Divulgação Científica da Fiocruz, a iniciativa aproxima a ciência da educação básica e estimula meninas e meninos a ingressar em carreiras científicas desde cedo.
Como funciona a competição
A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é realizada a cada dois anos pela Fiocruz. Esta edição cobre o biênio 2025–2026 e valoriza a criatividade e a curiosidade dos estudantes ao abordar questões reais da sociedade por meio do método científico.
Em breve, a Fundação divulgará os trabalhos que receberam Menção Honrosa. A relação completa dos 42 selecionados, incluindo nomes das escolas e trabalhos por região, está disponível no Campus Virtual da Fiocruz.
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