Nem todo médico quer estar nas redes sociais. O dermatologista Emerson Vicente Alves, 53 anos, é um deles. Ele não tem perfis em nenhuma plataforma digital e afirma que a única rede social que chegou a usar foi o Orkut, encerrado em 2014.
A resistência de profissionais como Alves contrasta com a pressão crescente do mercado. Especialistas apontam que as plataformas se tornaram uma vitrine para atrair pacientes, e parte da categoria médica ingressa nelas por necessidade profissional, não por identificação com o ambiente digital.
O dilema entre presença digital e prática clínica
A dinâmica reflete uma divisão na classe médica. Enquanto alguns médicos abraçam as redes para expandir seus consultórios e alcançar mais pessoas, outros preferem manter distância e questionar essa exigência não dita.
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