A Guarda Municipal de Curitiba está entregando um livro que marca quatro décadas de atuação a instituições públicas da cidade. A publicação reúne histórias e registros de 40 anos de trabalho da corporação, desde seus primeiros anos até os dias atuais.
O livro Guarda Municipal de Curitiba: 40 anos de história, dedicação e proteção é entregue pelo comandante José Carlos Felipus Costa e pelo secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Rafael Vianna. Segundo Felipus, o objetivo é compartilhar a trajetória da instituição e reforçar parcerias com outros órgãos públicos.
Entre os que receberam exemplares está a Biblioteca Pública do Paraná, que incorpora a obra ao seu acervo de aproximadamente 730 mil itens. O diretor da biblioteca, Luiz Felipe Leprevost, destacou que o registro preserva a memória da corporação e a torna acessível a pesquisadores e novas gerações.
A Defensoria Pública do Estado também recebeu um exemplar, entregue ao defensor público-geral Matheus Cavalcanti Munhoz. Além do livro, Vianna presenteou Munhoz com uma challenge coin da Guarda Municipal. Para o defensor, o gesto reforça a parceria entre as instituições.
O secretário estadual do Trabalho, Rodrigo Araújo Rodrigues, recebeu um exemplar da publicação e também ganhou uma challenge coin. Ele parabenizou a Guarda pela modernização e qualificação do trabalho ao longo dos 40 anos.
O cônsul-geral do Japão em Curitiba, Toshinori Matsushiro, também foi presenteado com o livro em reunião no gabinete de Vianna.
Uma história de transformação
O livro resgata episódios que mostram a evolução da corporação. Um dos relatos marca o fim de 1988, quando o servidor Vanderson Lima Cubas e um colega patrulhavam a Praça Rui Barbosa. Na época, a Guarda tinha poucos armamentos e as equipes revezavam os equipamentos. Desarmados naquele dia, os dois se aproximaram de um suspeito pelas costas usando um bastão para simular que estavam armados. A estratégia funcionou e o homem se entregou. Com ele, encontraram um revólver calibre 38, primeira arma apreendida pela Guarda Municipal de Curitiba. Como a corporação ainda não tinha viatura, os guardas levaram o preso a pé até o Primeiro Distrito Policial, na Rua Silva Jardim.
Desde então, a instituição passou por transformações significativas em equipamentos, estrutura e metodologia de trabalho, segundo registra a publicação que agora circula entre órgãos públicos da capital.
Mais de Curitiba
Redação Tudo Acontece Aqui·Expediente·Correções






