O Centro de Controle de Zoonoses de Foz do Iguaçu orienta moradores com animais de estimação sobre a esporotricose, infecção causada por fungos que afetam gatos e pessoas. Até maio deste ano, o município havia registrado 207 casos em animais e 25 em humanos.
A transmissão para seres humanos ocorre principalmente por arranhões, mordidas ou contato com feridas abertas de animais infectados. Gatos com lesões que não cicatrizam, especialmente no rosto, orelhas e patas, precisam de avaliação veterinária logo que esses sinais apareçam.
Como evitar a transmissão
Quem manuseia um gato suspeito ou diagnosticado deve usar luvas e evitar tocar nas feridas sem proteção. O animal infectado deve ficar separado de outros gatos e receber tratamento orientado por médico-veterinário. Abandonar ou descartar o gato doente agrava a disseminação da doença e aumenta o risco para outras pessoas e animais.
Caso suspeite de esporotricose, o tutor deve procurar atendimento veterinário e avisar os serviços de vigilância de zoonoses. O diagnóstico e tratamento corretos reduzem a chance de transmissão para o resto da família e vizinhança.
O que é esporotricose e quem precisa se preocupar
A esporotricose é uma infecção por fungos que causa feridas na pele e nos tecidos. Em gatos, a doença costuma aparecer com lesões abertas e inflamadas que não melhoram com o tempo. Humanos podem contrair o fungo após contato com gatos doentes, o que torna essencial o cuidado durante o manejo do animal. Qualquer pessoa na casa precisa estar alerta e usar luvas se precisar cuidar do pet infectado.
O acompanhamento dos casos cabe às autoridades municipais de saúde, que reforçam que a responsabilidade do tutor no tratamento é essencial para interromper a cadeia de transmissão.
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