HomeCuritibaFamílias buscam apartamentos maiores em Curitiba, novo projeto tem 30 unidades

Famílias buscam apartamentos maiores em Curitiba, novo projeto tem 30 unidades

O mercado imobiliário de Curitiba começa a mudar de preferência. Se nos últimos anos predominava a busca por apartamentos compactos nas grandes cidades, agora famílias voltam a valorizar imóveis pensados para moradia de longo prazo, com plantas maiores e múltiplos ambientes.

No segmento de alto padrão, a procura cresce por unidades com três ou quatro suítes, espaços flexíveis e empreendimentos com poucas unidades. O interesse não é apenas acompanhar tendência, mas encontrar uma moradia que se adapte às mudanças familiares ao longo dos anos. Espaço para os filhos, possibilidade de trabalhar em casa, áreas para convívio e ambientes de bem-estar viraram critérios centrais na decisão de compra.

A relação com o bairro também mudou. Em vez de sair da região onde construíram vínculos, muitas famílias preferem permanecer próximas a escolas, comércio, serviços e áreas verdes. Há quem retorne aos bairros centrais após viver em regiões distantes, buscando reduzir deslocamentos e simplificar a rotina diária.

Montëz aposta em baixa densidade e ambientes flexíveis

A Porto Camargo lança o Montëz no Alto da XV, em Curitiba, refletindo essa mudança. O empreendimento terá 30 unidades com metragens entre 109 e 298 metros quadrados, em configurações de apartamentos tipo, gardens e coberturas. Todas as unidades contam com três ou quatro suítes e diferentes layouts.

As áreas comuns incluem piscina coberta e aquecida, bosque, espaço de bem-estar, academia, ambiente gourmet, playground e espaço para animais de estimação. O projeto considera também a orientação solar: nenhum apartamento possui face exclusivamente voltada para o sul, característica importante em Curitiba para favorecer a insolação e o conforto térmico.

O que sustenta essa mudança de mercado

A baixa densidade tornou-se um atributo valorizado. Empreendimentos com menos unidades oferecem maior privacidade e preservam uma atmosfera residencial, enquanto reúnem estruturas de lazer e segurança difíceis de manter em casas. A escolha do terreno e a proximidade de serviços passaram a pesar tanto quanto o tamanho do imóvel na decisão das famílias.

A retomada do interesse por residências duradouras não significa o fim dos compactos. O mercado torna-se mais diversificado: enquanto unidades menores atendem investidores e moradores com rotinas dinâmicas, cresce a demanda por imóveis que ofereçam espaço, privacidade e condições para a família criar raízes.

Redação Tudo Acontece Aqui·Expediente·Correções

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