Curitiba participa do Setembro Roxo com a iluminação de prédios públicos e monumentos em tons roxos durante este mês. A mobilização busca aumentar a visibilidade da fibrose cística, doença que afeta mais de 6 mil pessoas no Brasil e aproximadamente 105 mil no mundo.
Sete locais receberão a iluminação especial entre os dias 10 e 14 de setembro: a Ponte Estaiada, a Estufa do Jardim Botânico, o Muma (Museu Municipal de Arte do Portão), a Praça 29 de Março, a Praça 19 de Dezembro, o Museu do Automóvel no Parque Barigui e a Ponte Preta da Rua João Negrão.
O que é a fibrose cística
Também conhecida como mucoviscidose ou “doença do beijo salgado”, a fibrose cística afeta a consistência das secreções do organismo, tornando-as mais espessas. Isso dificulta a eliminação dessas secreções e provoca sintomas como tosse persistente, pneumonias recorrentes, diarreia, pólipos nasais, suor com concentração maior de sal e dificuldade para ganhar peso e crescer.
O diagnóstico é feito pelo Teste do Pezinho, exame gratuito e obrigatório para todos os recém-nascidos brasileiros. A confirmação pode ser realizada pelo Teste do Suor e por exames genéticos. O tratamento varia de pessoa para pessoa e pode incluir fisioterapia respiratória diária, atividades físicas, medicamentos, suplementos vitamínicos, corticoides e moduladores de proteína, com acompanhamento contínuo de equipe interdisciplinar.
Campanha nacional
O Setembro Roxo é promovido nacionalmente pelo Instituto Unidos pela Vida em parceria com associações de apoio e voluntários. Além de Curitiba, o Congresso Nacional em Brasília, o Cristo Redentor no Rio de Janeiro e o Centro de Visitantes da Itaipu Binacional em Foz do Iguaçu também receberão iluminação roxa ao longo de setembro. A campanha foi oficializada pela Lei nº 15.465/2026 como o Mês Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística.
Mais de Curitiba
Redação Tudo Acontece Aqui·Expediente·Correções






