Uma boipevaçu, serpente nativa de ambientes úmidos da América do Sul, foi avistada em Guaíra no dia 21 de outubro durante uma visita técnica do 1º Seminário Regional de Meio Ambiente e Políticas Públicas. O encontro com a Hydrodynastes gigas, também conhecida como surucucu-do-pantanal ou cobra-d’água, ocorreu na região da Seringueira e chamou a atenção dos participantes do evento.
A serpente transitava pelo local de forma tranquila. O avistamento reforça a presença de fauna silvestre próxima aos espaços onde a população circula e evidencia a importância da preservação dos ecossistemas locais.
Papel ecológico da espécie
A boipevaçu se alimenta de peixes, anfíbios e outros pequenos animais, desempenhando um papel essencial no equilíbrio dos ambientes naturais. A espécie habita principalmente margens de rios, lagoas e áreas alagadas, ambientes comuns em Guaíra, que possui rios, áreas verdes e diferentes ecossistemas que favorecem a diversidade de fauna e flora.
Quando alguém avista uma serpente silvestre, a orientação é manter distância, não tentar tocá-la, capturá-la ou afugentá-la e acionar os órgãos competentes se houver risco para pessoas ou para o animal.
Biodiversidade como patrimônio local
O encontro durante a visita técnica demonstra a proximidade entre natureza e ambiente urbano que caracteriza Guaíra. A fauna e a flora integram a paisagem municipal e reforçam a importância da educação ambiental e da convivência responsável com a biodiversidade na comunidade.
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