Curitiba funciona com uma rede de proteção alimentar que combina compra acessível, refeições prontas e cultivo próprio de alimentos. O sistema envolve lojas com preços reduzidos, restaurantes populares, hortas comunitárias e iniciativas de educação nutricional espalhadas pela cidade.
Os Armazéns da Família funcionam em 33 endereços diferentes e oferecem alimentos e produtos essenciais com desconto para famílias cuja renda não ultrapasse cinco salários mínimos. O acesso a alimentos mais baratos é complementado pelos Restaurantes Populares, que servem, em média, 5.588 refeições por dia, de segunda a sexta-feira.
A Prefeitura de Curitiba mantém também o Banco de Alimentos, que recebe o excedente de alimentos apropriados para consumo e distribui para entidades sociais que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. Duas unidades do Mesa Solidária — a Escola de Segurança Alimentar e Nutricional Patrícia Casillo, no Jardim Botânico, e o BASE (Bem-estar, Apoio, Solidariedade e Emprego), no Centro — oferecem educação nutricional e apoio complementar.
Hortas e educação alimentar
A cidade conta com 234 hortas urbanas que funcionam como espaço de aprendizado e cultivo comunitário. Elas aproximam a população do plantio de alimentos, estimulam práticas sustentáveis e o aproveitamento de espaços ociosos, além de reforçar a participação comunitária na produção de comida.
Três Fazendas Urbanas municipais complementam esse trabalho com atividades de educação alimentar e ambiental, agricultura urbana e capacitação prática para quem quer aprender a cultivar próprios alimentos.
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