A Casa Luanda recebe neste sábado a oficina A Voz do Corpo, comandada pela cantora, compositora e percussionista Poli, referência da cultura pernambucana. A atividade começa às 13h30 e trabalha com práticas ancestrais como coco, capoeira e danças tradicionais.
A oficina toma essas manifestações como tecnologias de conhecimento e comunicação, unindo canto, dança, brincadeira e capoeira para despertar o corpo como um território sagrado e poético. Quem quiser pode participar, aprender ou apenas assistir.
O Batucajé começou na sexta-feira anterior com a exibição do documentário Poesia Azeviche, que conta a história dos compositores dos blocos afros tradicionais da Bahia entre os anos 1970 e 1990 e sua importância para a valorização da identidade negra. Na mesma noite houve roda de conversa sobre tradição e formas de relação, além da oficina Sambada.
Festejo à noite com apresentações e acarajé
A partir das 18 horas deste sábado, o Batucajé segue com festejo que reúne os grupos Bumba Meu Boi Anjos da Guarda, Capoeira Angola Dinda, Maracatu Roda do Encanto e o DJ Babu. O show Da Raiz ao Canto com Poli encerra a programação da noite.
Durante o festejo, a Casa Luanda distribui acarajé grátis e oferece acessibilidade em Libras. Haverá também feira de expositores e drinks da Dinda.
O que é Batucajé
O Batucajé é um festival que celebra as manifestações culturais afro-brasileiras por meio de oficinas, rodas de conversa, apresentações musicais e danças. Na Casa Luanda, essas práticas são entendidas como expressões de conhecimento ancestral que conectam corpo, ritmo e identidade.
A programação abre espaço para que participantes de todas as idades aprendam, experimentem e celebrem juntos essas formas de comunicação e criatividade que atravessam gerações.
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