O Jardim Botânico de Londrina recebe nesta terça-feira (13) uma atividade educacional gratuita focada na diversidade de insetos e seu papel nos ecossistemas. O bate-papo acontece às 9h e às 14h, com limite de participantes de dois a 12 anos de idade. Não é necessário se inscrever.
A atividade faz parte da programação “Vem pro Botânico”, oferecida todas as terças pela Secretaria Municipal do Ambiente. Será conduzida por integrantes do laboratório de estudos “Paná” da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que pesquisa insetos que sofrem metamorfose, como borboletas e mariposas.
Rafaella Andrade de Paulo, estagiária da Secretaria do Ambiente no Jardim Botânico e integrante do laboratório na UEL, será uma das responsáveis pela atividade. Ela explicou que será usada caixa entomológica como ferramenta pedagógica: “Nós estudamos especialmente as borboletas, mas vamos apresentar uma diversidade de insetos, usando caixas entomológicas como suporte”, disse.
A caixa permite observação detalhada dos animais e funciona como ponto de partida para as crianças perceberem características comuns e diferenças entre espécies, além do papel ecológico dos insetos na polinização das plantas. Rafaella destacou que “estima-se que haja de 7 a 20 milhões de espécies diferentes de insetos no mundo, e todos têm a sua importância”.
Educação ambiental toda semana
A Secretaria Municipal do Ambiente atua na gestão compartilhada do Jardim Botânico e oferece uma programação semanal de educação ambiental. A assessora de Gabinete da Sema, Bruna Ester Yamashita, mencionou que a programação pode ser acompanhada no site do Jardim Botânico e que espera participação expressiva, especialmente porque muitas escolas terão recesso no dia.
Rafaella, que já concluiu a licenciatura e agora cursa bacharelado em Biologia na UEL, também atua em coletas no Jardim Botânico para a confecção de uma caixa entomológica para a unidade. Ela relatou que o laboratório visita escolas regularmente e que a avaliação é de que a interação com as crianças é muito positiva: “Elas não têm preconceito, são muito curiosas e aprendem rápido”.
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