Maringá recebe entre outubro e novembro o Palco Giratório, festival que reúne artistas da Bahia, Santa Catarina, Pará e Maranhão em espetáculos, oficinas e debates sobre temas como ancestralidade, racismo, cultura popular e Alzheimer. A programação funciona no Sesc Maringá de 15 de outubro até o fim de novembro.
O festival está em sua 28ª edição e envolve 16 grupos e artistas de 12 estados, com apresentações de teatro, dança, circo, teatro de animação e encontros.
Outubro em Maringá
No dia 15, o bailarino Márcio Fidelis coordena a oficina “Danças Populares Afrodiaspóricas da Bahia para Crianças”, entre 9h e 13h, para participantes de 7 a 12 anos. No dia 16, às 16h, sua companhia apresenta o espetáculo “Infinito”, que acompanha um menino revisitando memórias da avó e sua relação com ancestralidade.
Os dias 22 e 23 trazem o grupo catarinense Eranos Círculo de Arte. No dia 22, entre 9h e 13h, oferece a oficina “Caixa Tudo – Construindo Teatro com Brinquedos Não Estruturados”, a partir de 14 anos. No dia 23, às 16h, apresenta “Caixa Ninho” para todas as idades, peça que usa caixas de papelão na construção de cenários, com 39 minutos de duração.
O mágico William Seven encerra outubro. No dia 29, entre 9h e 13h, ministra a “Oficina do Impossível” para maiores de 13 anos. No dia 30, às 19h30, apresenta “A Maçã”, espetáculo de 60 minutos que usa a mágica para abordar o Alzheimer. Após a sessão, acontece o “Pensamento Giratório”, debate sobre a doença.
Novembro com música e manifestações
No dia 5 de novembro, entre 9h e 13h, Natalyne Santos oferece a oficina “Panderês – A Arte da Musicalização com Pandeiros” para crianças a partir de 6 anos. No dia 6, às 16h, a companhia baiana Arte Sintonia apresenta “Dandara na Terra dos Palmares”, peça que aborda racismo no ambiente escolar e ancestralidade negra.
O Coletivo Croa do Pará atua nos dias 12 e 13. No dia 12, entre 9h e 13h, realiza a oficina “Trajeto Aspiral Performativo”. No dia 13, às 19h30, apresenta “Corpos de Tambor”, montagem que mistura carimbó, lundum marajoara e danças urbanas.
Os dias 26 e 27 de novembro fecham a programação com cultura popular maranhense. No dia 26, entre 9h e 13h, Larissa Ferreira e Tiago Andrade coordenam a oficina “A Voz do Coro Brincante”, que trabalha corpo e voz com bumba-meu-boi, cacuriá e tambor de crioula. No dia 27, às 19h30, o Grupo Cena Aberta apresenta “Memórias em Maranhês: A Casa”, espetáculo de 60 minutos a partir de 12 anos sobre memória familiar e manifestações culturais maranhenses.
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