Os três maiores clubes paranaenses se despediram de Carlos Alberto Dias nesta segunda-feira. O ex-meia morreu aos 59 anos e deixa títulos no Coritiba, no Paraná Clube e uma passagem pelo Operário Ferroviário.
Ele era técnico do Ypiranga-PE e passou mal no sábado. Medicado inicialmente, voltou a piorar no domingo e deu entrada na UPA, onde não resistiu.
Tetracampeão com o Tricolor
No Paraná Clube, Carlos Alberto fez parte da sequência histórica de títulos estaduais dos anos 1990 e se sagrou tetracampeão. Defendeu o clube em três passagens — 1994, 1996 e 1999.
— Carlos Alberto deixa seu nome registrado na história do Paraná Clube como um dos atletas que vestiram a camisa Tricolor durante uma das eras mais vitoriosas — diz a nota do clube, que manifestou solidariedade aos familiares, amigos, ex-companheiros e admiradores.
Campeão pelo Coxa ao lado de Tostão
Antes do Paraná, o meia defendeu o Coritiba e foi campeão paranaense em 1989, ao lado de Tostão, em um dos times mais marcantes do clube. Foram duas passagens pelo Alto da Glória, entre 1988 e 1989 e em 1998.
— Dono de um talento inquestionável, foi peça fundamental no inesquecível título de 1989. Fica a gratidão e o reconhecimento ao grande profissional que foi — escreveu o Coritiba.
Seleção, Japão e o fim de carreira no Fantasma
Depois do Coxa, Carlos Alberto Dias jogou no Botafogo, no Vasco, no Grêmio e no Flamengo, e fez carreira no Japão. Chegou a defender a Seleção Brasileira.
Ele vestiu a camisa do Operário Ferroviário nas temporadas de 2005 e 2006, já na reta final da carreira. O clube de Ponta Grossa também lamentou a morte.
— Neste momento de tristeza, o Operário Ferroviário manifesta solidariedade aos familiares, amigos e a todos que conviveram com Carlos — diz a nota do Fantasma.
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