Cambé fechou a composição da sociedade civil no Conselho Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, divulgou nesta segunda-feira o resultado definitivo do processo de seleção com todos os candidatos habilitados.
Participaram da seleção organizações não governamentais, entidades legalmente constituídas e protetores independentes ligados à proteção animal. Todos os inscritos passaram na análise de documentação, conforme os critérios do edital, e nenhum recurso foi apresentado contra o resultado preliminar.
Quem entra no conselho
Pelo resultado, duas ONGs foram habilitadas: a 4 Patas Cambé, com Dolores do Carmo Osseti como representante titular e Claudia Joaquim do Carmo Barboza como suplente; e a Proteção Animal Solidária, com Marli Aparecida Gaffo como titular e Beatriz Gaffo de Carvalho como suplente.
Entre os protetores independentes, Analia Ribeiro Nachi foi habilitada para a vaga de representante titular, e Sonia Pereira da Silva para a de suplente.
O conselho também contará com representantes do poder público das Secretarias de Agricultura e Meio Ambiente, Educação e Cultura, Saúde Pública e Fiscalização Urbana, além do Conselho Regional de Medicina Veterinária.
O que o conselho faz
Criado pela Lei 3.333/2026, o Conselho Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal decide e acompanha políticas públicas para a proteção de animais domésticos e fauna silvestre em Cambé. Entre suas atribuições estão defender animais feridos, abandonados ou vítimas de maus-tratos; promover campanhas sobre guarda responsável e adoção; colaborar com programas de controle de zoonoses; e propor mudanças legislativas relacionadas ao tema.
O novo Fundo Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal, também estabelecido pela lei, fornecerá recursos para essas ações. O conselho tem poder para solicitar providências aos órgãos da administração pública municipal quando o assunto envolve proteção animal.
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