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Prêmio Empreendedora de Curitiba tem resultado em outubro

O Prêmio Empreendedora de Curitiba entra na reta final com as apresentações das candidatas para uma banca avaliadora. Cada uma tem 3 minutos para contar a história do seu negócio, mostrar os resultados e explicar o potencial da empresa.

As apresentações acontecem entre 23 e 25 de setembro na Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação. Participam 35 finalistas selecionadas entre 141 inscrições de empreendedoras de 12 cidades da Região Metropolitana e de Curitiba. A etapa integra o processo de avaliação final e pesa na escolha das vencedoras.

Após cada pitch de 3 minutos, 6 avaliadoras voluntárias fazem perguntas durante 7 minutos. A consultora empresarial Andrea Montrucchio acompanha o prêmio desde 2016 e avalia voluntariamente há três anos. Para ela, o prêmio vai além da cerimônia e funciona como oportunidade para que as mulheres reconheçam seu próprio potencial. “É importante que as mulheres sejam ouvidas e tenham voz. Muitas vezes, elas não valorizam a própria história”, afirma.

O prêmio, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação e pela Agência Curitiba, reconhece mulheres em quatro categorias: Microempreendedora Individual (MEI), Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Startups. Nesta edição, 13 empreendedoras serão premiadas.

Resultado em outubro

O resultado final sai no dia 17 de outubro durante cerimônia no Museu Oscar Niemeyer. O evento reúne as finalistas, representantes do ecossistema empreendedor, parceiros e convidados para celebrar as trajetórias e anunciar as vencedoras das quatro categorias.

Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, a iniciativa busca transformar cada etapa em oportunidade de desenvolvimento para as participantes, com capacitação, visibilidade e conexões no ecossistema de empreendedorismo e inovação da cidade.

Por que participar

O empreendedorismo feminino representa a diversidade dos negócios liderados por mulheres na economia local. Para Paola Yamada, analista de inovação da Agência Curitiba que participa pela primeira vez como avaliadora, a visibilidade conquistada pelas candidatas é essencial. “Às vezes, fazem sucesso na própria área, mas nem todo mundo conhece o trabalho delas”, diz.

As finalistas passaram por uma jornada de capacitação antes de chegar às apresentações, o que melhorou a qualidade dos pitches, especialmente entre as que participaram de todas as atividades. Andrea Montrucchio destaca que as histórias de cada empreendedora trazem aprendizado e inspiração. “Uma história se conecta à outra, e essa troca é muito rica, independentemente de quem ganha o prêmio”, completa.

Redação Tudo Acontece Aqui·Expediente·Correções

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