Os Campos Gerais enfrentam uma semana de queda acentuada nas temperaturas e chuvas contínuas. Uma massa de ar frio se desloca sobre o Paraná, levando as mínimas para abaixo de 10°C na região, com possibilidade de valores ainda menores nas áreas mais elevadas.
O cenário exige atenção redobrada dos produtores rurais. O solo encharcado pelo excesso de chuva dificulta o tráfego de máquinas e atrasa a aplicação de defensivos. Lavouras recém-semeadas e pontos sensíveis ao frio demandam monitoramento constante para evitar perdas.
Como os agricultores devem proceder
O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) recomenda aos agricultores acompanharem de perto o volume de chuva, a temperatura e a umidade do solo. Esses dados ajudam a definir os momentos ideais para semeadura, manejo e colheita das culturas.
O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) prevê que setembro prossiga com chuvas acima da média histórica na região. A transição para a primavera deve manter a alternância entre períodos frios e de elevação térmica.
O que muda na operação do campo
A combinação de frio e umidade excessiva restringe o trabalho em campo. O tráfego de maquinário se torna mais lento e arriscado em solo saturado. A aplicação de defensivos também fica prejudicada, alterando o cronograma de operações que os produtores planejaram para esta época do mês.
Mais de Telêmaco Borba
Redação Tudo Acontece Aqui·Expediente·Correções






