Rolândia está há 83 dias sem registrar casos confirmados de dengue. O último paciente foi diagnosticado em 12 de junho, e desde então a cidade não contabiliza novas infecções da doença.
A Secretaria de Vigilância em Saúde reforça que a ausência de casos não significa desaparecimento do risco. O Aedes aegypti continua presente no território, exigindo cuidados permanentes, especialmente a eliminação de recipientes que acumulam água.
Sob coordenação do diretor de Vigilância em Saúde, Rafael Dias, as equipes de Controle de Endemias prosseguem com monitoramento de campo, vigilância territorial e identificação de criadouros. A orientação é que moradores não esperem surgir um caso para cuidar do quintal.
O que cada pessoa pode fazer
A população deve dedicar alguns minutos por semana para verificar vasos de plantas, calhas, caixas-d’água, pneus e qualquer recipiente onde água possa se acumular. Esses locais servem de criadouros para as larvas do mosquito.
O trabalho contínuo de vigilância, aliado à participação da comunidade na eliminação desses pontos, tem demonstrado eficácia no controle da doença no município.
Dengue: o que saber
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em água parada. O vírus causa febre, dores no corpo e articulações, mal-estar e, em casos graves, pode levar a complicações. Não existe vacina para toda a população, por isso a prevenção por eliminação de criadouros permanece a estratégia principal.
Quando a cidade fica sem casos por longos períodos, isso reflete o trabalho da vigilância pública e o engajamento de moradores. Porém, o mosquito pode voltar a transmitir rapidamente se os cuidados forem abandonados.
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