A Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) de Paranaguá apresentou na segunda-feira, 31, sua primeira prestação de contas pública em seis décadas de existência. O evento aconteceu no auditório do Instituto Superior do Litoral (Isulpar) e reuniu informações sobre o atendimento prestado, aplicação dos recursos e projetos futuros.
Conforme a organização, foram atendidas 75 pacientes ao longo de 2025. Além do acompanhamento direto, cada pessoa passa por uma rede de suporte que envolve família e comunidade, segundo a diretora de Projetos e Captação de Recursos.
Reforma e investimentos
Um dos destaques do ano foi a reforma da Casa Rosa, imóvel localizado na rua Princesa Isabel, no Centro de Paranaguá. O espaço foi adaptado para receber consultório, almoxarifado, sala de reuniões e sala de cursos, ampliando a capacidade de atendimento assistencial à população.
A tesoureira Vandecy Dutra ressaltou que 2025 foi desafiador por envolver compra, reforma e manutenção simultânea do imóvel. Apesar da complexidade, a instituição encerrou o período com superávit financeiro.
Buscas por recursos e expansão
A Rede Feminina apresentou projetos em fase de avaliação junto à Fundação Cargill e já possui iniciativas aprovadas no Banco de Projetos do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Paranaguá. Em nível estadual, busca financiamento via Secretaria do Desenvolvimento Social e Família por meio de emendas parlamentares.
A organização também trabalha para acessar o Pronon, programa nacional de atenção oncológica do Ministério da Saúde, visando fortalecer sua estrutura institucional.
Segundo a presidência, a primeira prestação de contas marca compromisso com transparência e respeito aos voluntários, parceiros e doadores que sustentam o trabalho da rede.
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